domingo, fevereiro 28, 2016

A Arte de trabalhar Metal


O trabalho da artista canadense, Cal Lane é simplesmente maravilhoso.


 
Cal Lane, usa a técnica de soldadura e ferramentas de corte de metal para criar delicados padrões rendados, como se fossem filigranas em superfícies de metal.



Os objectos escolhidos para o seu trabalho são de lixo industrial e doméstico, como velhos bidons de óleo, pás, tampas de esgotos, pedaços de maquinaria e de automóveis.



Ela trabalha objectos de grandes proporções, material reciclado ou totalmente desprovido de beleza estética , tornando peças “brutas” em verdadeiras peças de arte.


O que ela faz tem algum significado : Ela mesmo define seu trabalho !



" Eu gosto de trabalhar como advogado do diabo visual, utilizando contradição como um veículo para encontrar meu caminho para uma imagem de empatia, uma imagem de oposição que cria um equilíbrio - assim como um choque -, comparando e contrastando ideias e materiais, manifestado em uma série de "Industrial Doilies", reunindo industrial e doméstico vida, bem como as relações de forte e delicado, masculino e feminino, prático e frivolidade, ornamentos e função....”



“O aço que esmago e corto em finas rendas criam uma cortina de perturbação e tristeza, um conflito de atração para trabalhar fantasias”.



“Eu gosto de trabalhar como artista visual, utilizando a contradição como um veículo para encontrar meu caminho com imagens que criam um equilíbrio - assim como um choque - comparando e contrastando idéias e materiais”.



Esta artista utiliza as ferramentas de soldadura como um pincel para criar arte. A sua criatividade é impressionante.




"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." (Fernando Pessoa)

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Pintura de Poblete




Pintura realista de Daniel González Poblete (Corral de Cva., Ciudad Real, Espanha,1944)

Arte, Beleza e Encanto
com um pouco de nostalgia.


Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.


Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.


Já abracei para proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.


Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.


Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!


Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,

me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

 

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!




Viva!!


Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

Augusto Branco – VIDA





"A arte é a auto-expressão lutando para ser absoluta." (Fernando Pessoa)


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